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Carnaval e Livre-Arbítrio



Em festas de rua costumamos ver uma libertinagem acima da média de outros momentos, pois que, no carnaval, as pessoas se entregam a u es materiais são colocados acima da moralidade.

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Visto que é uma festa cujo padrão vibratório de grande parte dos foliões encontra-se baixo. 

A obsessão  campeia e  quando  baixamos nossa guarda piora, sendo que toda obsessão é fruto de uma imperfeição moral.  A espiritualidade das trevas age durante o carnaval para que os excessos de todos os tipos sejam cometidos em nome das “festividades” o que acarreta em situações de vampirismo espiritual. Como espíritas somos fortemente induzidos a não participar de tais tipos de comemorações não sadias à nossa alma. Não porque temos uma doutrina que é moralista ou reprovadora, mas porque entendemos as consequências do mal uso do livre-arbítrio e da infalibilidade da lei de causa e efeito. Sabemos que todos os atos de excesso sejam no carnaval ou em qualquer dia de nossas vidas serão cobrados à medida em que forem cometidos e que o melhor para nossa vida futura é evitar contrair mais débitos diante da lei de Deus. O nosso livre-arbítrio está intimamente atrelado à Lei de Causa e Efeito, a qual determina que para cada ação existe uma consequência, sendo que esta não deve ser interpretada como uma forma de punição, e sim como uma oportunidade de aprendizado. No carnaval e em todos os dias de nossas vidas, devemos nos manter vigilantes, alimentando pensamentos e ações positivas e condizentes com os ensinamentos cristãos.


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